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Desordem - Porto de Galinhas, uma grande feira à beira-mar

Uma grande feira. Foi assim que o professor carioca Jorge Siqueira definiu Porto de Galinhas, em Ipojuca, em apenas vinte minutos de permanência no local. O turista que saiu com uma esposa do Rio de Janeiro para conhecer o litoral nordestino ontem ficou impressionado, com uma quantidade de camelôs e barracas na mais famosa praia do Litoral Sul de Pernambuco.

Não era para menos. Mesmo num dia nublado, com movimento inferior ao das manhãs e tardes Ensolaradas do verão, uma disputa por clientes era grande nos poucos metros entre a areia eo marco "Comparo com Búzios (RJ), que cresceu demais e tem muito comércio", analisou Jorge, colocando na mesma balança fama, beleza natural e movimento desordenado.

Ele chegou à praia por volta das 11h. Lá Estavam barracas improvisadas, com preparo de alimento ao ar livre, utilizando bujão de gás e balde em água e Barril. Entre o Território Barraqueiro de um e outro, ambulantes com carrinhos transitavam De um lado um outro, vendendo caldinho, queijo assado camarão, coco e muitas outras coisas. Passavam vendedores de chapéu, de frutas, de bebidas, de picolé e de muito mais. Havia até poste em placa na areia, na beirinha do mar, indicando o ponto de venda de mergulho para kit.

Banhistas com mais tempo de praia tinham um repertório de queixas. "Você pode dar licença para eu colocar minhas cadeiras", ouviu um turista Norma Santos, do Mato Grosso. Há uma semana em Porto de Galinhas, ela elogia as belezas do lugar, mas demonstra insatisfação com o uso abusivo da Praia pelo comércio. Conta que estão cobrando consumação mínima de R $ 60.

Ambulantes nativos, como o vendedor de coco Luiz Araújo, confirmam o Aumento da Concorrência, inclusive de camelôs vindos da Área Norte do Grande Recife, como de Itapissuma e Itamaracá. "Só Deveria trabalhar sugere aqui que é do município",.

Maria Betânia Silva, que mantém barraca há mais de dez anos na praia, é Favorável à Organização do Comércio e esclarece que só cobra R $ 5 pela cadeira. Quem senta e consome petiscos não paga pelo móvel. "Tiramos daqui o sustento da nossa família sem qualquer ajuda do governo. Cada compramos uma cadeira R $ 80 eo guarda-sol custa R $ 500. Tem Banhista que passa o dia inteiro sentado nada e consome, nos pagando apenas R $ 5. É justo? ", Argumenta,. Ainda segundo ela, os petiscos às vezes ficam mais caros porque os garçons um acrescentam valor à tabela. Eles não são contratados pelas barracas, mas ganham comissões dos barraqueiros. Vezes "Muitas, vendo o prato com desconto para tirar, uma comissão na bebida, que tem preço menos", defende-se José Amaro Santana.

Fonte: Jornal do Comercio

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